Alvíssaras à inexistência do credo

 

Deus, onde estás o teu mandado divino

Contra as luzes que fizeste sobre as córneas de vossos filhos?

Manda, manda, ó Deus, o teu recado genuíno

Para que ninguém mais duvides de teu mandato vitalício

 

Deus, cadê tu que não se opõe

Ao pão e ao vinho que derramas com desigualdade?

Chega, chega, ó Deus, de fazer de nossa fé

O teu desdém sobre as pedras que lançaste no vosso reino

 

Adeus, já que não se atreve a dar as cartas

E não me venhas com verdades infundadas

Pois se não penso em ti o seu mandato é mandado às trevas

[ ver mensagens anteriores ]
Visitante número: