Deus, onde estás o teu mandado divino
Contra as luzes que fizeste sobre as córneas de vossos filhos?
Manda, manda, ó Deus, o teu recado genuíno
Para que ninguém mais duvides de teu mandato vitalício
Deus, cadê tu que não se opõe
Ao pão e ao vinho que derramas com desigualdade?
Chega, chega, ó Deus, de fazer de nossa fé
O teu desdém sobre as pedras que lançaste no vosso reino
Adeus, já que não se atreve a dar as cartas
E não me venhas com verdades infundadas
Pois se não penso em ti o seu mandato é mandado às trevas
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